Depois de muito, muito tempo
Às escuras e fechado,
O quarto foi arejado
Num dia em que não havia vento.
Os raios de sol voltaram
A entrar, alegraram
Os móveis expostos
Que andavam desejosos
Para mais um sorriso
Dum amigo querido
Que andava perdido,
Mas nunca esquecido.
Assim o quarto está tão bonito!
As paredes não param de sorrir
E os móveis de saltitar.
Jamais alguém conseguirá dormir,
Tudo isto vai excitar.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
A MAGIA DA VIDA
A magia da vida
É festejada por todos,
Porque todas as pessoas
Querem concretizar seus sonhos.
Também se percebe
O quanto a vida é mágica
Ao termos uma família
E ao se ser feliz
Junto do seu par.
Aproveitemos a vida
Enquanto a tivermos,
Porque depois de perdida
Já é tarde demais.
É festejada por todos,
Porque todas as pessoas
Querem concretizar seus sonhos.
Também se percebe
O quanto a vida é mágica
Ao termos uma família
E ao se ser feliz
Junto do seu par.
Aproveitemos a vida
Enquanto a tivermos,
Porque depois de perdida
Já é tarde demais.
INTERIOR
A riqueza interior
Talvez esteja no coração,
Nos ossos, na alma ou nos orgãos.
Temos de a descobrir
Sem receio, com amor,
Pois somos capazes de sentir
A nossa voz oculta a subir
Pela encosta de frescura
Que o nosso espírito segura.
Talvez esteja no coração,
Nos ossos, na alma ou nos orgãos.
Temos de a descobrir
Sem receio, com amor,
Pois somos capazes de sentir
A nossa voz oculta a subir
Pela encosta de frescura
Que o nosso espírito segura.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
NOITE DE REIS
O ano novo já entrou
E nós estamos felizes
Celebrando com amor
A tradição das raízes.
REFRÃO
Os Reis festejo
Sentindo grande alegria
E para vós desejo
Uma noite de magia.
A noite está estrelada,
Sai de nós grande emoção
Para esta praça iluminada
Que nos enche o coração.
REFRÃO
Nesta noite de lua cheia
Há sorrisos belos no ar
E em frente a esta assembleia
Mais paz pode-se encontrar.
REFRÃO
Naquela noite os três reis
Ao verem a gruta abençoada
Ofertaram o Menino Jesus
Sem esperar mais nada.
REFRÃO
Cantado na Praça Francisco Ornelas da Câmara em frente aos Paços do Concelho da Câmara Municipal.
E nós estamos felizes
Celebrando com amor
A tradição das raízes.
REFRÃO
Os Reis festejo
Sentindo grande alegria
E para vós desejo
Uma noite de magia.
A noite está estrelada,
Sai de nós grande emoção
Para esta praça iluminada
Que nos enche o coração.
REFRÃO
Nesta noite de lua cheia
Há sorrisos belos no ar
E em frente a esta assembleia
Mais paz pode-se encontrar.
REFRÃO
Naquela noite os três reis
Ao verem a gruta abençoada
Ofertaram o Menino Jesus
Sem esperar mais nada.
REFRÃO
Cantado na Praça Francisco Ornelas da Câmara em frente aos Paços do Concelho da Câmara Municipal.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
ANJOS
ANJOS abençoados
Na Terra afamados,
Jovens cantores de sucesso
Orgulhosos do seu progresso,
Solidários desde o começo.
Na Terra afamados,
Jovens cantores de sucesso
Orgulhosos do seu progresso,
Solidários desde o começo.
NO NATAL
No NATAL deve haver união,
Ultrapassemos toda a solidão,
Dêmos as mãos e saibamos perdoar,
É época para festejar.
O NATAL é a festa de Jesus,
Tudo deve ser fraternidade.
No NATAL há muita luz,
Mais razões para felicidade.
Ultrapassemos toda a solidão,
Dêmos as mãos e saibamos perdoar,
É época para festejar.
O NATAL é a festa de Jesus,
Tudo deve ser fraternidade.
No NATAL há muita luz,
Mais razões para felicidade.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
CRÓNICA - ÉPOCA NATALÍCIA
Antes do mês de Dezembro muitas pessoas começam a comprar os presentes para a família. Nós, cá em casa, costumamos fazê-lo. Embrulhámos os presentes ao chegar a casa.
Fomos ao sótão buscar os enfeites de Natal. Estavam em diversos caixotes. Iniciámos pela árvore de Natal, de tamanho médio, pinheiro artificial que simboliza as árvores do Paraíso pela sua fertilidade. Colocámos em cima do sofá da sala de estar (em que não costumamos ficar muito tempo), para que fique à altura da janela. Foram postas à sua volta vários conjuntos de luzes artificiais de diferentes cores, assim como bolas, sinos e fitas encarnadas. Na janela pendurámos os sinos luminosos e os candeeiros dourados.
Alguns dias depois deslocámo-nos até ao mato para arrancar das paredes pastinhos ou leivas, como estejam habituados a chamar, e construir um presépio em cima de uma das mesas que não usámos no dia-a-dia. A gruta ocupava quase sempre o lugar central, com a Sagrada Família lá dentro e com os animais, tendo por cima um anjo. Do lado esquerdo encontravam-se uns pastos com as ovelhas e os pastores, do outro a aldeia e os visitantes ao Menino Jesus. Ao lado do presépio tínhamos Pais Natal e a enfeitar as paredes tínhamos estrelas luminosas. Pendurámos azevinhos nas portas e raminhos de pinheiro pela casa.
Na semana antes do Natal confeccionámos os doces - queijadas, Bolo de Natal, tartes diversas - e visualizámos os programas musicais de Natal na televisão.
No Dia da Consoada (24 de Dezembro) jantámos o tradicional bacalhau e algumas iguarias doceiras.
Muitas crianças recebem o Pai Natal em casa, alguém da família que se veste com esse traje (às vezes as crianças nem sabem quem é) para abrilhantar a noite de Natal com as tão desejadas prendas; noutras casas os presentes aparecem na chaminé ou debaixo da árvore de Natal à noite ou na manhã do dia 25 e ainda há outras que recebem directamente dos pais e de outros familiares, por vezes, antes das 24 horas. Nós, a minha família, não conseguimos conter a curiosidade e abrimos os presentes antes da meia-noite e só depois vamos à Missa do Galo para festejar o nascimento do Menino Jesus. Normalmente chove, mas na igreja estamos bem e esquecemo-nos do mau tempo com a alegria dos cânticos natalícios e com a palavra de Deus.
No dia 25 de Dezembro jantamos os restos do dia anterior, recebemos os parentes em casa e vamos a seguir a casa deles. Trocámos presentes e petiscámos os salgados e os doces expostos na mesa. Nos dias seguintes também fazemos visitas aos familiares e amigos trocando prendas, bebendo e comendo.
Quando chega o último dia do calendário (31 de Dezembro - Reveillon) jantámos fartamente galinha frita com batatas rosadas ou bifes com arroz, jogámos às cartas para passar o tempo, vemos televisão, conversámos em família, petiscámos os doces e os salgados confeccionados para a ocasião e, às vezes, comemos coscorões (feitos de massa, estaladiços e envolvidos em açúcar e canela) ou donetes ou panquecas ou pipocas. Ao chegar à meia-noite assistimos o fogo-de-artifício pela televisão, abrimos a garrafa de champanhe para brindar o Ano Novo que se iniciará e não dispensámos as 12 passas para pedir os 12 desejos (1 para cada mês do ano) enquanto se bebe o copo da bebida festeira. Outras pessoas costumam sair para bares e discotecas festejando até às tantas com amigos ou familiares; outros vão para casa de familiares e fazem churrasco e jogam algum jogo divertido em união, havendo sempre muita algazarra, atirando foguetes para iniciar o novo ano; ainda existem outras pessoas que jantam fora e vêem o fogo-de-artifício ao vivo e outras fazem viagens nessa ocasião e vivem uma passagem-de-ano diferente. O que importa é que haja saúde e alegria para passar para o Ano Novo.
No dia 1 de Janeiro levantámo-nos tarde, voltámos a comer pratos que não são consumidos regularmente ou os restos da noite passada, rezámos e passámos a tarde em família, indo às vezes a casa de algum familiar.
Ao chegar o dia 6 de Janeiro, Dia de Reis, muitas pessoas comem o Bolo de Rei (embora algumas já o tenham comido ou já vaia em metade), é feito frequentemente em forma anelar (simbolizando riqueza e união), é comum ter frutas cristalizadas, que algumas pessoas põem de lado ou simplesmente não comem o bolo. Em Espanha é nesse dia que se abrem os presentes, mas em Portugal, em algumas regiões, nessa noite cantam-se as Janeiras (cânticos de Natal) de porta em porta; noutros locais fazem-se ranchos para desfilar pelas ruas da cidade a cantar, como é o caso da Ilha Terceira, nos Açores. Costuma ser uma noite alegre quase como a de Natal. Nesse dia há quem desmanche os enfeites de Natal, embora alguns façam-no no dia seguinte para honrar os Reis.
Nesta época acontece uma das minhas festas preferidas. Gosto mais da maneira que é celebrada na minha ilha, sem filóses e no Inverno para as luzes artificias estarem mais tempo acesas.
2010
"http://www.varaldobrasil.ch/media//DIR_158701/44264834c5c0b015ffff820fa426365.pdf"
Fomos ao sótão buscar os enfeites de Natal. Estavam em diversos caixotes. Iniciámos pela árvore de Natal, de tamanho médio, pinheiro artificial que simboliza as árvores do Paraíso pela sua fertilidade. Colocámos em cima do sofá da sala de estar (em que não costumamos ficar muito tempo), para que fique à altura da janela. Foram postas à sua volta vários conjuntos de luzes artificiais de diferentes cores, assim como bolas, sinos e fitas encarnadas. Na janela pendurámos os sinos luminosos e os candeeiros dourados.
Alguns dias depois deslocámo-nos até ao mato para arrancar das paredes pastinhos ou leivas, como estejam habituados a chamar, e construir um presépio em cima de uma das mesas que não usámos no dia-a-dia. A gruta ocupava quase sempre o lugar central, com a Sagrada Família lá dentro e com os animais, tendo por cima um anjo. Do lado esquerdo encontravam-se uns pastos com as ovelhas e os pastores, do outro a aldeia e os visitantes ao Menino Jesus. Ao lado do presépio tínhamos Pais Natal e a enfeitar as paredes tínhamos estrelas luminosas. Pendurámos azevinhos nas portas e raminhos de pinheiro pela casa.
Na semana antes do Natal confeccionámos os doces - queijadas, Bolo de Natal, tartes diversas - e visualizámos os programas musicais de Natal na televisão.
No Dia da Consoada (24 de Dezembro) jantámos o tradicional bacalhau e algumas iguarias doceiras.
Muitas crianças recebem o Pai Natal em casa, alguém da família que se veste com esse traje (às vezes as crianças nem sabem quem é) para abrilhantar a noite de Natal com as tão desejadas prendas; noutras casas os presentes aparecem na chaminé ou debaixo da árvore de Natal à noite ou na manhã do dia 25 e ainda há outras que recebem directamente dos pais e de outros familiares, por vezes, antes das 24 horas. Nós, a minha família, não conseguimos conter a curiosidade e abrimos os presentes antes da meia-noite e só depois vamos à Missa do Galo para festejar o nascimento do Menino Jesus. Normalmente chove, mas na igreja estamos bem e esquecemo-nos do mau tempo com a alegria dos cânticos natalícios e com a palavra de Deus.
No dia 25 de Dezembro jantamos os restos do dia anterior, recebemos os parentes em casa e vamos a seguir a casa deles. Trocámos presentes e petiscámos os salgados e os doces expostos na mesa. Nos dias seguintes também fazemos visitas aos familiares e amigos trocando prendas, bebendo e comendo.
Quando chega o último dia do calendário (31 de Dezembro - Reveillon) jantámos fartamente galinha frita com batatas rosadas ou bifes com arroz, jogámos às cartas para passar o tempo, vemos televisão, conversámos em família, petiscámos os doces e os salgados confeccionados para a ocasião e, às vezes, comemos coscorões (feitos de massa, estaladiços e envolvidos em açúcar e canela) ou donetes ou panquecas ou pipocas. Ao chegar à meia-noite assistimos o fogo-de-artifício pela televisão, abrimos a garrafa de champanhe para brindar o Ano Novo que se iniciará e não dispensámos as 12 passas para pedir os 12 desejos (1 para cada mês do ano) enquanto se bebe o copo da bebida festeira. Outras pessoas costumam sair para bares e discotecas festejando até às tantas com amigos ou familiares; outros vão para casa de familiares e fazem churrasco e jogam algum jogo divertido em união, havendo sempre muita algazarra, atirando foguetes para iniciar o novo ano; ainda existem outras pessoas que jantam fora e vêem o fogo-de-artifício ao vivo e outras fazem viagens nessa ocasião e vivem uma passagem-de-ano diferente. O que importa é que haja saúde e alegria para passar para o Ano Novo.
No dia 1 de Janeiro levantámo-nos tarde, voltámos a comer pratos que não são consumidos regularmente ou os restos da noite passada, rezámos e passámos a tarde em família, indo às vezes a casa de algum familiar.
Ao chegar o dia 6 de Janeiro, Dia de Reis, muitas pessoas comem o Bolo de Rei (embora algumas já o tenham comido ou já vaia em metade), é feito frequentemente em forma anelar (simbolizando riqueza e união), é comum ter frutas cristalizadas, que algumas pessoas põem de lado ou simplesmente não comem o bolo. Em Espanha é nesse dia que se abrem os presentes, mas em Portugal, em algumas regiões, nessa noite cantam-se as Janeiras (cânticos de Natal) de porta em porta; noutros locais fazem-se ranchos para desfilar pelas ruas da cidade a cantar, como é o caso da Ilha Terceira, nos Açores. Costuma ser uma noite alegre quase como a de Natal. Nesse dia há quem desmanche os enfeites de Natal, embora alguns façam-no no dia seguinte para honrar os Reis.
Nesta época acontece uma das minhas festas preferidas. Gosto mais da maneira que é celebrada na minha ilha, sem filóses e no Inverno para as luzes artificias estarem mais tempo acesas.
2010
"http://www.varaldobrasil.ch/media//DIR_158701/44264834c5c0b015ffff820fa426365.pdf"
PROBLEMA
Um Problema é
Um exercício de Matemática,
Ou de Física, ou de Química.
Um Problema é
Qualquer coisa por resolver
Sem que saibamos o que fazer.
Um Problema é
Aquilo que nós pensamos
Ser um beco sem saída.
Um Problema é
Aquilo que não gostamos
A pregar-nos uma partida.
Um exercício de Matemática,
Ou de Física, ou de Química.
Um Problema é
Qualquer coisa por resolver
Sem que saibamos o que fazer.
Um Problema é
Aquilo que nós pensamos
Ser um beco sem saída.
Um Problema é
Aquilo que não gostamos
A pregar-nos uma partida.
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