Quando entrei no lagar
Não vi
Pingos de vinho
Nem senti
O cheiro da uva fresca e boa,
Mas não foi à toa
Que fui vindimar,
Mas para algumas pessoas
Quem não vai uvas pisar
Não vindimou.
Será que estamos a ficar
Sem vindima?
Olhei ao redor e reflecti
Sobre este pequeno lugar...
Como se poderia acabar
A tradição que via anos durar?
Eu nem queria acreditar
Tanta uva apanhei.
Como não vindimei?
Será que a modernidade
Roubara as coisas antigas
E que só aparecem formigas
Nesta idade
Para bebericar.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Soneto - DE TANTO ESPERAR PELO TEU AMOR
De tanto esperar pelo teu amor
Tenho receio de um dia vir a perder,
Este sentimento que me faz viver,
E mergulhar numa tão fina dor.
Estou infeliz, a esmorecer,
Já nem sei o que é frio ou calor...
De tanto esperar pelo teu amor
Meu coração não pára de sofrer.
Detesto quando não te vejo olhar.
Queria que estivéssemos aqui
Os dois, sem investir no verbo ir…
Mas temo nunca mais te encontrar.
Junto a ti não terei nenhum lugar.
Então, o que será de mim sem ti?
2003/2011
Tenho receio de um dia vir a perder,
Este sentimento que me faz viver,
E mergulhar numa tão fina dor.
Estou infeliz, a esmorecer,
Já nem sei o que é frio ou calor...
De tanto esperar pelo teu amor
Meu coração não pára de sofrer.
Detesto quando não te vejo olhar.
Queria que estivéssemos aqui
Os dois, sem investir no verbo ir…
Mas temo nunca mais te encontrar.
Junto a ti não terei nenhum lugar.
Então, o que será de mim sem ti?
2003/2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Soneto - À PROCURA DE AMOR
'Spero que o dia me dê forças pra viver,
Nem tenho alegria nem tenho tristeza,
Estou no escuro, na incerteza,
Agarrada a sonhos para não sofrer.
Acalmo os nervos, sinto firmeza,
Peco e rezo para a fé não perder;
Com uma ferida indolor a verter
Vivo a suspirar, ao amor estou presa.
Afundo os ansiosos pensamentos
Naquilo que toco e que afinal não é
Senão ilusão louca que me apanha.
Corro, paro, relembrando momentos,
Vejo multidões sem ninguém ao pé.
Amo o Senhor que me acompanha.
12 de Janeiro de 2009
Nem tenho alegria nem tenho tristeza,
Estou no escuro, na incerteza,
Agarrada a sonhos para não sofrer.
Acalmo os nervos, sinto firmeza,
Peco e rezo para a fé não perder;
Com uma ferida indolor a verter
Vivo a suspirar, ao amor estou presa.
Afundo os ansiosos pensamentos
Naquilo que toco e que afinal não é
Senão ilusão louca que me apanha.
Corro, paro, relembrando momentos,
Vejo multidões sem ninguém ao pé.
Amo o Senhor que me acompanha.
12 de Janeiro de 2009
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Livro de poesia AMOR OCULTO - Maio de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
REFLETINDO
Enquanto a chuva cai
Escrevo para me entreter.
Esqueço o que lá vai
Para não me entristecer.
Espero a estação passar
Para conseguir o que quero.
Esse dia há-de chegar,
No entanto, desespero.
O tempo corre bastante
E eu ansiando sempre mais.
Tudo é um mero instante
Como a onda que bate no cais.
18 Nov. 2010
Escrevo para me entreter.
Esqueço o que lá vai
Para não me entristecer.
Espero a estação passar
Para conseguir o que quero.
Esse dia há-de chegar,
No entanto, desespero.
O tempo corre bastante
E eu ansiando sempre mais.
Tudo é um mero instante
Como a onda que bate no cais.
18 Nov. 2010
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Lançamento de ANTOLOGIA
No dia 3 de Setembro de 2011 sairá a público uma antologia brasileira que contém um poema meu REFLECTINDO.
Para mais informações acesse:
http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=2937043
Para mais informações acesse:
http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=2937043
quinta-feira, 2 de junho de 2011
LANÇAMENTO DO LIVRO DE POESIA - AMOR OCULTO
No dia 23 de Maio de 2011 realizei um sonho, o lançamento do meu livro de poemas AMOR OCULTO, às 20h30, na Casa das Tias de Vitorino Nemésio (actual Biblioteca da Praia da Vitória), na Ilha Terceira.
O livro tem cerca de 100 páginas e 50 poemas, todos a falar de amor, embora seja de um amor não correspondido, tem bastante romantismo. Foi fruto de um prémio de um concurso literário na internet no site www.worldartfriends.com, organizado pela editora com o mesmo nome em parceria com a Corpos Editora e pelo Ministério da Poesia.
Na Ilha Terceira ele está à venda na Casa das Utilidades, na Rua da Sé, em Angra do Heroísmo e na Loja da Dária, correio da Vila das Lajes. Além disso está na Feira do Livro no Porto e na de Lisboa, assim como na Livraria Café da Corpos Editora.
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Livro de poesia AMOR OCULTO - Maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
À Minha Mãe
Minha mãe,
Mulher que me fez nascer,
É alguém
Que eu não vou esquecer!
Mãe! És linda e formosa
Como um jardim florido,
P´ra mim és mais que rosa
Ou tesouro escondido.
Agradeço tudo o que me dás.
Tu de tudo és capaz.
És a melhor mãe de todas!
Mãe, este é o teu dia!
Nunca percas essa alegria
Que transmite teus olhos.
Não te esqueças que teu olhar
O meu mundo quer guiar
E todos os seus caminhos.
Tu mereces o melhor que há,
És uma pessoa magnífica!
P´ra agradecer palavras não dá,
Isso não se explica!
A estrela que caiu do céu,
Afinal não se perdeu,
Ficou presa em ti, minha mãe!
Ter uma mãe
É um bem!
Um tesouro descoberto
Que ficou aberto,
Ainda existe mais p´ra descobrir
Nas florestas desta vida.
Vamos todos, este coração, ouvir!
Todo o sentimento
Que alguém sente
Chega sempre de repente
E o agradecimento
Vem sempre
Com o tempo.
Mulher que me fez nascer,
É alguém
Que eu não vou esquecer!
Mãe! És linda e formosa
Como um jardim florido,
P´ra mim és mais que rosa
Ou tesouro escondido.
Agradeço tudo o que me dás.
Tu de tudo és capaz.
És a melhor mãe de todas!
Mãe, este é o teu dia!
Nunca percas essa alegria
Que transmite teus olhos.
Não te esqueças que teu olhar
O meu mundo quer guiar
E todos os seus caminhos.
Tu mereces o melhor que há,
És uma pessoa magnífica!
P´ra agradecer palavras não dá,
Isso não se explica!
A estrela que caiu do céu,
Afinal não se perdeu,
Ficou presa em ti, minha mãe!
Ter uma mãe
É um bem!
Um tesouro descoberto
Que ficou aberto,
Ainda existe mais p´ra descobrir
Nas florestas desta vida.
Vamos todos, este coração, ouvir!
Todo o sentimento
Que alguém sente
Chega sempre de repente
E o agradecimento
Vem sempre
Com o tempo.
sábado, 23 de abril de 2011
A MAGIA DA PÁSCOA
Ao deitar-me a pensar
Que amanhã era o dia
Eu só podia esperar
Ter sonhos de magia.
Nos meus sonhos vi coelhos correr
E saltar no meu jardim,
Escondiam bonitos ovos só p´ra mim.
Ao acordar fiquei a pensar
Nas crianças que não têm o que comer
E vivem sem pais, por aí a mendigar.
No dia de Páscoa
Quis louvar a tradição
E para festejar a Ressurreição
Decidi fazer uma boa acção:
Distribuir, de todo o coração,
Um ovo de chocolate a cada pessoa
Para dar o exemplo dum mundo solidário
E ver um sorriso de criança como herança.
Que amanhã era o dia
Eu só podia esperar
Ter sonhos de magia.
Nos meus sonhos vi coelhos correr
E saltar no meu jardim,
Escondiam bonitos ovos só p´ra mim.
Ao acordar fiquei a pensar
Nas crianças que não têm o que comer
E vivem sem pais, por aí a mendigar.
No dia de Páscoa
Quis louvar a tradição
E para festejar a Ressurreição
Decidi fazer uma boa acção:
Distribuir, de todo o coração,
Um ovo de chocolate a cada pessoa
Para dar o exemplo dum mundo solidário
E ver um sorriso de criança como herança.
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