Em todos os séculos existe um escritor ou poeta que se destaca. E, no século XX, foi Jorge Amado o escolhido. Nasceu no verão de 1912, no dia 10 de Agosto, em Itabuna, Bahia. Os pescadores trabalhavam nessa altura.
Alguns verões passaram e ele cresceu. Tornou-se um escritor, escreveu grandes romances, baseados na sua terra, mencionando as dificuldades passadas.
O seu primeiro romance, O País do Carnaval, foi publicado em 1931, e vendeu mais de mil exemplares, sendo feita uma 2ª edição.
Em 1935, publicou um romance que destacava a vida dos negros na Bahia, Jubiabá, e teve um grande impacto. Deu origem a uma radionovela em 1946, a duas peças teatrais, e foi adaptado para o cinema e para a TV, com produção franco-brasileira, sendo transmitido na França.
Em 1936, publica o romance Mar Morto, que foi escrito em quinze noites, depois de ele sair da prisão por motivos políticos. Recebe o Prémio Graça Aranha no mesmo ano. Esse romance foi traduzido para diversas línguas, além de transformado em radionovela, em 1940, e adaptado para o cinema, em 1957. Dorival Caymmi fez uma música sobre esse tema.
Em 1937, saiu a público Capitães de Areia. Além de muitas traduções, também foi adaptado para telenovela, em 1989, representado em três espetáculos de dança, na dácada de 80 - dois deles estrangeiros -, e esteve no cinema em 1971. Exibirão um filme sobre a obra recentemente.
Em 1956, saiu para o mercado o romance Gabriela, Cravo e Canela. Além de várias edições, também foi traduzido para inúmeras línguas e adaptado para telenovela na década de 80.
Em 1966, chega às livrarias o romance Dona Flor e seus Dois Maridos. Foi exibido em cinema no ano de 1976, assim como adaptado para mini-série de TV em 1977 e representado no teatro. Ganhou destaque não só pela história como também pelo conteúdo gastronómico da Bahia.
Em 1977, foi publicado o romance Tieta do Agreste, que apresenta o dia-a-dia de uma Bahia renovada, com a influência da cultura hippie e as ameaças das novas indústrias. Teve direito a uma mini-série na TV em 1990, com a atriz Betty Faria como protagonista. Anos depois, fizeram um filme baseado nessa famosa obra.
Em 1984, surge o romance Tocaia Grande, que falava da construção de um povoado no início do século, de suas gentes e da história da sua cidade. Foi traduzido em diversas línguas estrangeiras e, em 1995, teve adaptação para novela de TV.
Embora queira destacar o romancista que ele foi, é importante salientar que estudou Direito no Rio de Janeiro na década de 30, foi jornalista e político. Porém, sua faceta de escritor o elevou, principalmente depois de se tornar romancista. Não existe outro escritor como ele no Brasil. Vendeu milhares de livros e ganhou o Prémio Camões em 1994. A obra teve versões em braille e em áudio para cegos.
É hoje considerado o melhor romancista e o maior escritor brasileiro do século XX. Vinte e cinco romances deu a conhecer ao mundo, embora também tenha escrito poemas, contos, crónicas, biografias, autobiografia, memórias e livros infantis.
Em 1986, inaugurou-se em Salvador da Bahia, a Fundação Casa de Jorge Amado, que mostra as diversas obras literárias do autor, quer em livros, quer em manuscritos, revistas, traduções e fotografias.
Março
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
CRÓNICA AUTOBIOGRÁFICA - O RENASCER DUMA ESCRITORA
No primeiro ciclo, comecei a escrever, principalmente sobre mim, nas composições da escola e no diário em casa. Além disso, lia muitas histórias de aventuras. era elogiada pelas professoras de Português pela minha criatividade. Participei num concurso literário com um conto baseado em factos reais e ganhei uma menção honrosa! A minha primeira vitória! Não estava nada à espera: aos 12 anos tornei-me escritora!
Então comecei a escrever em casa histórias com mais acção que os textos livres pedidos para a escola e a guardá-las para mim. Também desenhava algumas partes mais interessantes da aventura. Depois abandonei-as. Dizem que não dá futuro a ninguém a literatura e que só se gasta dinheiro sem lucrar!
Também nessa altura surgiu a poesia, baseava-me em canções de outros e cantarolava algumas canções e poemas meus, mesmo sem tocar nenhum instrumento, embora tenha aprendido flauta.
Depois de me apaixonar, a inspiração ficou mais forte. Com apenas 16 anos, preparei alguns poemas de amor para enviar para uma editora no Porto, mas eles, apesar de gostarem, não acharam muita qualidade, disseram que eu era muito nova e que precisava ler mais e aperfeiçoar a escrita.
Mostrei a alguns dos meus docentes os poemas, pois esperava que me dissessem o que estava mal e que pudesse publicar um livro o quanto antes. Estava com muita pressa de mostrar ao mundo o meu talento, as minhas inspirações e sentimentos! Mas demoraram bastantes anos para que isso sucedesse, muitas editoras receberam poemas e prosas minhas e não consegui cativá-las a ponto de publicar os meus textos e nem arranjei um patrocinador.
Participei em diversos concursos literários no Brasil e em Portugal sem que obtivesse bons resultados, mas também ganhei alguns. E em Maio de 2011 aconteceu a publicação em livro dos poemas que enviara para um concurso, 50 poemas de amor, alguns que já eram bastante visualizados. Também fui escolhida para a antologia de poesia do escritor Valdeck. Fiquei muito contente com o que me sucedeu e já planeio outro livro.
Qualquer jovem poeta ou escritor(a) tem dificuldade em se inserir na sociedade como tal, devido à crise financeira em que o mundo se encontra e à falta de interesse de muitas pessoas pela leitura e escassez de tempo. Mas não se pode desistir, havemos de conquistar leitores com o passar do tempo, pois a natalidade não é nula e, com o decorrer dos anos, mais crianças se interessarão pela leitura e escrita.
Outubro de 2011
Então comecei a escrever em casa histórias com mais acção que os textos livres pedidos para a escola e a guardá-las para mim. Também desenhava algumas partes mais interessantes da aventura. Depois abandonei-as. Dizem que não dá futuro a ninguém a literatura e que só se gasta dinheiro sem lucrar!
Também nessa altura surgiu a poesia, baseava-me em canções de outros e cantarolava algumas canções e poemas meus, mesmo sem tocar nenhum instrumento, embora tenha aprendido flauta.
Depois de me apaixonar, a inspiração ficou mais forte. Com apenas 16 anos, preparei alguns poemas de amor para enviar para uma editora no Porto, mas eles, apesar de gostarem, não acharam muita qualidade, disseram que eu era muito nova e que precisava ler mais e aperfeiçoar a escrita.
Mostrei a alguns dos meus docentes os poemas, pois esperava que me dissessem o que estava mal e que pudesse publicar um livro o quanto antes. Estava com muita pressa de mostrar ao mundo o meu talento, as minhas inspirações e sentimentos! Mas demoraram bastantes anos para que isso sucedesse, muitas editoras receberam poemas e prosas minhas e não consegui cativá-las a ponto de publicar os meus textos e nem arranjei um patrocinador.
Participei em diversos concursos literários no Brasil e em Portugal sem que obtivesse bons resultados, mas também ganhei alguns. E em Maio de 2011 aconteceu a publicação em livro dos poemas que enviara para um concurso, 50 poemas de amor, alguns que já eram bastante visualizados. Também fui escolhida para a antologia de poesia do escritor Valdeck. Fiquei muito contente com o que me sucedeu e já planeio outro livro.
Qualquer jovem poeta ou escritor(a) tem dificuldade em se inserir na sociedade como tal, devido à crise financeira em que o mundo se encontra e à falta de interesse de muitas pessoas pela leitura e escassez de tempo. Mas não se pode desistir, havemos de conquistar leitores com o passar do tempo, pois a natalidade não é nula e, com o decorrer dos anos, mais crianças se interessarão pela leitura e escrita.
Outubro de 2011
quarta-feira, 25 de julho de 2012
MUDANÇAS NA VIDA
Tanta coisa mudou
Desde a última vez
Que vim aqui!...
As árvores estão diferentes
– Existem mesmo umas a mais –
O cheiro já é outro,
O espaço está menor,
– Talvez esteja melhor! –
Mas as recordações ficaram.
Só que já não existe aquele
Recanto em que me sentava
E escrevia para ti…
Agora escrevo de pé,
Tendo como mesa um tronco de árvore
Ou a minha própria mão.
Hei-de descobrir
Novos lugares
Para substituírem os antigos…
(Embora saiba que talvez
Não me seja tão queridos!)
Porém, aprenderei a adorá-los
Como no dia em que vieste
Para a minha vida:
Algo novo, mas bom,
Que comecei a amar
Mais do que tudo!
Desde a última vez
Que vim aqui!...
As árvores estão diferentes
– Existem mesmo umas a mais –
O cheiro já é outro,
O espaço está menor,
– Talvez esteja melhor! –
Mas as recordações ficaram.
Só que já não existe aquele
Recanto em que me sentava
E escrevia para ti…
Agora escrevo de pé,
Tendo como mesa um tronco de árvore
Ou a minha própria mão.
Hei-de descobrir
Novos lugares
Para substituírem os antigos…
(Embora saiba que talvez
Não me seja tão queridos!)
Porém, aprenderei a adorá-los
Como no dia em que vieste
Para a minha vida:
Algo novo, mas bom,
Que comecei a amar
Mais do que tudo!
ENCONTRO MATINAL
Foi no ónibus que se encontraram,
Num olhar se apaixonaram.
Aproximaram-se lentamente
E a conversa surgiu respeitosamente.
Os dias passavam,
Cada vez mais se falavam;
O amor apareceu
E um encontro diferente aconteceu:
Passeios à beira-mar,
Idas ao cinema e para jantar,
Namoro e casamento,
Amor eterno foi o juramento.
Num olhar se apaixonaram.
Aproximaram-se lentamente
E a conversa surgiu respeitosamente.
Os dias passavam,
Cada vez mais se falavam;
O amor apareceu
E um encontro diferente aconteceu:
Passeios à beira-mar,
Idas ao cinema e para jantar,
Namoro e casamento,
Amor eterno foi o juramento.
O MUNDO
Subi todas as montanhas
E descobri tuas façanhas,
Fiz um esboço, uma planta
P´ra perceber o que te espanta
Neste grande mundo
Que num segundo
É abalado,
Mas na realidade
Uma eternidade
A ser arranjado.
Vou encontrar
A password
P´ra entrar no world,
Vou encontrar
O erro da página
E instalar novo software,
Que má reaja
A tudo o que de mal vier.
Descobri tuas façanhas,
Perdi-me nas montanhas,
Pensei no que te espanta
E preparei a garganta
Para gritar:
Que não se pode viver
Num mundo a morrer,
Não se pode viver
Num mundo sem vencer,
Assim não pode ser,
Vamos ajudar,
Não deixar-se esmorecer.
E descobri tuas façanhas,
Fiz um esboço, uma planta
P´ra perceber o que te espanta
Neste grande mundo
Que num segundo
É abalado,
Mas na realidade
Uma eternidade
A ser arranjado.
Vou encontrar
A password
P´ra entrar no world,
Vou encontrar
O erro da página
E instalar novo software,
Que má reaja
A tudo o que de mal vier.
Descobri tuas façanhas,
Perdi-me nas montanhas,
Pensei no que te espanta
E preparei a garganta
Para gritar:
Que não se pode viver
Num mundo a morrer,
Não se pode viver
Num mundo sem vencer,
Assim não pode ser,
Vamos ajudar,
Não deixar-se esmorecer.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
CONTO - UM BILHETE ANÓNIMO
Quando o final do ano lectivo aconteceu, Magda, que até agora tinha ocultado os seus sentimentos pelo professor de educação física, Guilherme, por temer a rejeição e parecer ousada,finalmente teve coragem para se declarar escrevendo um bilhete. Descobriu qual o seu cacifo e colocou um bilhete. Guilherme ficou surpreso com tal papelinho, assim como com o seu conteúdo:
Há muito que lhe quero dizer que é bonito.
Conheço-o à algum tempo e você a mim.
Se quer saber quem eu sou vá até ao cais às 20h30min.
M.
Quando terminou de ler sorriu. Arrumou o bilhete e tirou tudo o que tinha no cacifo arrumando na mochila. Saiu da sala em direcção a casa. Foi a pé, morava relativamente perto.
Enquanto caminhava pensava:
«-Quem será? Porquê tão tarde o encontro? Deveria ser já, estou ansioso para saber quem é. Se não gostar disfarço, dou meia volta e vou para o bar da praia.»
Ao chegar a casa tomou um banho e vestiu t-shirt e calças de treinar. Nem o pai nem a mãe desconfiavam que ele teria um encontro. Jantou e fez-lhes companhia durante algum tempo enquanto a tv transmitia o noticiário. Ao passar cinco minutos das vinte horas, levantou-se e disse-lhes que ia encontrar-se com amigos.
Quando chegou ao cais avistou algumas pessoas ao redor, a maioria acompanhadas. Mas havia uma mulher mais afastada e voltada para o mar, era elegante e de cabelo ondulado escuro. Só poderia ser aquela a M! Até suspeitou que pudesse ser a sua ex-aluna, porém, não queria estar muito empolgado, pois era cedo e a tal mulher poderia ainda não ter chegado ou nem aparecer. Aproximou-se lentamente e disse sorridente:
--Está um bonito fim de tarde! - Porém, ao aperceber-se de quem se tratava acrescentou – Magda!?
--Sim. Estou à espera do homem que sempre esteve apaixonado por mim e só agora admitiu.
-Estou sem palavras... Algumas vezes suspeitei do teu interesse, mas conclui ser loucura minha.
--Também apercebi-me muitas vezes que me olhava com ar de macho... Farei dezoito anos
amanhã.
--Não te importas mesmo que namoremos? Eu fui teu professor até hoje.
--Poderemos mentir, ninguém precisa saber que eras meu professor, Guilherme.
Ele enlaçou-a e beijou-a confessando:
--Só o nosso amor interessa.
2011
Varal do Brasil - Edição de Julho/Agosto de 2012
PARA ACEDER À REVISTA ELETRÓNICA CLIQUE NO LINK:
http://www.varaldobrasil.com/media//DIR_158701/3b578f1324f4e955ffff802ca426365.pdf
Há muito que lhe quero dizer que é bonito.
Conheço-o à algum tempo e você a mim.
Se quer saber quem eu sou vá até ao cais às 20h30min.
M.
Quando terminou de ler sorriu. Arrumou o bilhete e tirou tudo o que tinha no cacifo arrumando na mochila. Saiu da sala em direcção a casa. Foi a pé, morava relativamente perto.
Enquanto caminhava pensava:
«-Quem será? Porquê tão tarde o encontro? Deveria ser já, estou ansioso para saber quem é. Se não gostar disfarço, dou meia volta e vou para o bar da praia.»
Ao chegar a casa tomou um banho e vestiu t-shirt e calças de treinar. Nem o pai nem a mãe desconfiavam que ele teria um encontro. Jantou e fez-lhes companhia durante algum tempo enquanto a tv transmitia o noticiário. Ao passar cinco minutos das vinte horas, levantou-se e disse-lhes que ia encontrar-se com amigos.
Quando chegou ao cais avistou algumas pessoas ao redor, a maioria acompanhadas. Mas havia uma mulher mais afastada e voltada para o mar, era elegante e de cabelo ondulado escuro. Só poderia ser aquela a M! Até suspeitou que pudesse ser a sua ex-aluna, porém, não queria estar muito empolgado, pois era cedo e a tal mulher poderia ainda não ter chegado ou nem aparecer. Aproximou-se lentamente e disse sorridente:
--Está um bonito fim de tarde! - Porém, ao aperceber-se de quem se tratava acrescentou – Magda!?
--Sim. Estou à espera do homem que sempre esteve apaixonado por mim e só agora admitiu.
-Estou sem palavras... Algumas vezes suspeitei do teu interesse, mas conclui ser loucura minha.
--Também apercebi-me muitas vezes que me olhava com ar de macho... Farei dezoito anos
amanhã.
--Não te importas mesmo que namoremos? Eu fui teu professor até hoje.
--Poderemos mentir, ninguém precisa saber que eras meu professor, Guilherme.
Ele enlaçou-a e beijou-a confessando:
--Só o nosso amor interessa.
2011
Varal do Brasil - Edição de Julho/Agosto de 2012
PARA ACEDER À REVISTA ELETRÓNICA CLIQUE NO LINK:
http://www.varaldobrasil.com/media//DIR_158701/3b578f1324f4e955ffff802ca426365.pdf
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2011,
2012,
Antologia Falando de Amor - Volume 2,
Revista Varal do Brasil
terça-feira, 15 de maio de 2012
MENDIGO
Porque tens frio e os outros não
Isolas-te ao sol para aquecer.
Ages como uma lagartixa a correr
Perseguida pela solidão!
Porque desejas o que não tens
Estás insatisfeito e não convens.
Porque tens falta de humor
És desprezado e ganhas dor.
Porque magoas os inocentes
Tens atos de pânico frequentes.
Porque és diferente dos demais
E esqueces-te do caminho bom,
Derivas como os animais
À escuta de um outro som.
(Aqui estou eu à procura de inspiração
Na poesia alheia e a homenagear.)
18/2/2005
Publicado no site Recanto das Letras
www.recantodasletras.com.br/homenagens/4871844
Isolas-te ao sol para aquecer.
Ages como uma lagartixa a correr
Perseguida pela solidão!
Porque desejas o que não tens
Estás insatisfeito e não convens.
Porque tens falta de humor
És desprezado e ganhas dor.
Porque magoas os inocentes
Tens atos de pânico frequentes.
Porque és diferente dos demais
E esqueces-te do caminho bom,
Derivas como os animais
À escuta de um outro som.
(Aqui estou eu à procura de inspiração
Na poesia alheia e a homenagear.)
18/2/2005
Publicado no site Recanto das Letras
www.recantodasletras.com.br/homenagens/4871844
sexta-feira, 11 de maio de 2012
CRÓNICA - DÊ PAZ E AMOR
O Mundo está cada vez mais faminto de valores, de amor, de paz, porque muitas pessoas estão afastadas de Deus, da religião e têm pouca ou nenhuma fé. Cada um só pensa em si e em se exibir, ganhar mais dinheiro, enquanto existem partes do mundo em guerra, sem amor, sem mantimentos, sem vestuário adequado, sem condições para estudar e para crescer saudavelmente.
Todos precisam tirar um pouco do seu tempo para ajudar os mais necessitados. Embora a crise paire, pela atmosfera de todos os continentes, nós tempos sempre algo que não precisamos e que podemos dar: uns brinquedos ou roupas usadas, um pequeno donativo, uma palavra de conforto, um sorriso ou um telefonema, como ato de amizade, preocupação, solidariedade ou lembrança para com os mais isolados, idosos, doentes ou distantes.
Diga aos outros o quão gosta deles, pois a vida é fugaz e deve ser vivida em paz e sem ressentimentos, com amor e alegria! Se não tentarmos viver da maneira mais correta não seremos totalmente felizes. Ao darmos felicidade a alguém, conseguimos que a nossa vida seja um pouco do Paraíso.
Todos precisam tirar um pouco do seu tempo para ajudar os mais necessitados. Embora a crise paire, pela atmosfera de todos os continentes, nós tempos sempre algo que não precisamos e que podemos dar: uns brinquedos ou roupas usadas, um pequeno donativo, uma palavra de conforto, um sorriso ou um telefonema, como ato de amizade, preocupação, solidariedade ou lembrança para com os mais isolados, idosos, doentes ou distantes.
Diga aos outros o quão gosta deles, pois a vida é fugaz e deve ser vivida em paz e sem ressentimentos, com amor e alegria! Se não tentarmos viver da maneira mais correta não seremos totalmente felizes. Ao darmos felicidade a alguém, conseguimos que a nossa vida seja um pouco do Paraíso.
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